Publicado por: União das Mães | 01/19/2010

UNIÃO EM DEFESA DA VIDA

“O direito à vida é o primeiro e o principal de todos os direitos humanos, que deve ser assegurado desde a concepção até a morte natural, respeitando assim todas as fases da vida humana”.     (Prof. Hermes Rodrigues Nery)

O HOMEM CONTEMPORÂNEO

O homem contemporâneo vivencia tempos conturbados. A filosofia de vida da atual sociedade é permeada pelo descaso no campo ético, moral, social, espiritual. Vigora o uso redutivo da razão, provocado pelo pragmatismo e imediatismo,  eliminando a pergunta sobre o sentido da realidade. E essa razão reduzida torna o homem incapaz de compreender o amor em toda sua dimensão.

“O envelhecimento do amor humano, a supressão da autêntica capacidade de amar se apresenta em nosso tempo como a arma mais eficaz para que o homem se afaste de Deus, para afastar Deus do olhar e do coração do homem”. (Papa Bento XVI)

Para o homem reconhecer Deus neste turbilhão do mundo é preciso readquirir novos olhos, físicos e da alma. É necessário que ele seja gerador de ações que permitam proteger, promover e valorizar a família e a dignidade da pessoa humana, em todos os aspectos, para formar uma comunidade onde todos vivam como verdadeiros irmãos no seio da grande família humana.

A FAMÍLIA NATURAL

A FAMÍLIA é fonte de VIDA. E a vida é condição prévia à existência de qualquer direito.

A FAMÍLIA aberta à Vida é a maior riqueza. Os filhos representam o florescer da Família.  São o elo entre o passado, o presente e o futuro e constituem a esperança da sociedade e da Igreja. É no seio familiar que nos esforçamos para viver plenamente o amor.

“Como comunidade de vida e amor, fundada no matrimônio, a família tem uma responsabilidade importante e decisiva em relação à vida, que brota de seu interior, da sua própria natureza e de sua missão, cuja essência é o amor.

Ela é o Santuário da Vida. (…) É o lugar em que a vida, dom de Deus, pode ser convenientemente  acolhida e protegida contra os múltiplos ataques a que está exposta e pode desenvolver-se, segundo as exigências de um crescimento humano autêntico.”    (João Paulo II)

“Construir e ser família quer dizer ser acolhedor, pronto para aceitar os filhos quando chegam com muita confiança e amor… O próprio sim à vida não se dá um dia para depois retomá-lo no dia seguinte, é uma decisão para a toda a vida. Ou melhor, é a própria vida”.

(Corinne Zaugg – Fonte: Revista O Mílite/Jan 2002)

A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA

A Família é a “esperança da humanidade”. É nela, “comunidade de vida e amor” querida por Deus, que os filhos aprendem e assimilam os valores que dão sentido à existência.

“A família fundamenta-se na verdade e no bem da pessoa, existe para a autêntica acolhida, em todas as fases da vida humana, para assegurar a liberdade com responsabilidade, estimular e consolidar o valor da solidariedade e o da boa iniciativa, para que todos se sintam amados, protegidos, amparados, valorizados, promovidos, em todos os aspectos.”     (Prof. Hermes Rodrigues Nery)

Pe. Kentenich sempre se dedicou à orientação de famílias. Fundou sua Obra com estrutura familiar, para melhor poder ajudar as famílias constituídas pelo sacramento do matrimônio.

“O que dela se pode dizer, resume-se numa única frase: a família é simplesmente a célula germinadora da sociedade humana e, em certo sentido, da Igreja. (…) na medida em que os membros da Igreja, pela geração, nascimento e educação, brotam da família. Daqui deduzimos: custe o que custar proteção e salvação da família!”

(Linhas Fundamentais de uma Pedagogia Moderna para o Educador Católico – Pe. Kentenich) 

A CRISE DO TEMPO

A estrutura natural da família está ameaçada e fragilizada, com ataques por todos os lados, por diversas forças que tentam atingir a dignidade de cada pessoa, atingindo a humanidade em seu todo.

“Pondo em questão tudo isto, há forças e vozes na sociedade atual que parecem apostadas em demolir o berço natural da vida humana”. (Bento XVI)

A nova forma de pensar, sentir e ser do homem moderno promove mudanças nas relações interpessoais, alterando profundamente seu relacionamento interpessoal e com Deus. E essas mudanças atingem as relações familiares, gerando alterações profundas. Assim sendo, os jovens formados nessas famílias, deixarão de vivenciar a experiência gratificante e enriquecedora de um lar equilibrado e estável.

De fato, estamos vivendo em nossos dias aquilo que o papa João Paulo II denominou de “conjura contra a vida” em sua encíclica Evangelium Vitae. Forças poderosas e adversas ao bem da pessoa humana querem destruir a família, a primeira e principal de todas as instituições humanas, e contra isso temos que resistir,  heroicamente se preciso, para salvaguardar o nosso bem maior.

A pessoa só se constrói (como comunidade a caminho), em família, pois “é primordialmente na família que se forma o ‘capital humano’, o único que importa em definitivo e que corre o risco de faltar.” ( João Paulo II)

O Papa João Paulo II disse ainda: “A família que é por natureza e vocação ambiente de vida e de amor, é de fato, submetida, com freqüência, a dolorosas ameaças de todos os gêneros. Com a família e na família é a vida da pessoa e também da sociedade que é ameaçada”.

“Salvai a família, custe o que custar!” É um imperativo levantado no decorrer dos séculos e que também hoje ecoa através do tempo.

Pe. Kentenich reconhece a grandeza do ideal das famílias e suas dificuldades. Sabe que no “santuário da família, é que se revelam com mais força as consequências desastrosas da total desintegração das condições de vida, que o tempo atual acarreta em toda parte”.

(Carta de Santa Maria – Pe. Kentenich)

Também o espírito da época investe contra a família… Busca-se o comodismo. O cuidado pela família como tal vem só em último lugar. Ela sofre as graves conseqüências de uma sociedade que perdeu o seu centro de gravidade: desequilíbrio, insegurança, falta total de lar e total desvinculação do ninho.

“Exteriormente a família está desmoronando, enquanto seu interior está totalmente doente. O âmago do espírito familiar, relacionamento um-no-outro, um com e para-o-outro, definha sempre mais. Expresso com maior precisão, dizemos falta a consciência de responsabilidade pela família e pelos diversos membros. Disso dimana a “peste do eu”, o egoísmo, a tendência de dissolução estendida a todas as direções.” (Linhas Fundamentais de uma Pedagogia Moderna para o Educador Católico – Pe. Kentenich)

TAREFA FUTURA DA FAMÍLIA: Devemos evitar tudo o que de alguma forma venha prejudicar a família, seja em nosso trabalho pessoal, seja em nossa atitude como membro de uma comunidade. (…) havemos de fazer tudo, tudo mesmo, que possa salvar a família.

Urge apresentar à família o modelo no qual deve espelhar-se, aquele caminho pelo qual ela pode encontrar a sua própria identidade e missão e, deste modo, ser ela mesma indicadora de caminho para tantas famílias.   (A Sagrada Família – Fundamento da Espiritualidade Familiar segundo João Paulo II – Ir. M. Teresila Prates)

Para o Papa Bento XVI:”É firme convicção da Igreja que os problemas atuais, que encontram os casais e debilitam a sua união, têm a sua verdadeira solução num regresso à solidez da família cristã, lugar de confiança mútua, de dom recíproco, de respeito da liberdade e de educação para a vida social. “

IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO

Embora os tempos sejam de convulsão, há esperança e luz no horizonte. No seio da Igreja e da sociedade surgem iniciativas. Estas envolvem também o poder público e os diversos segmentos da sociedade, afirmando valores que vão possibilitar a construção de uma civilização que priorize a cultura da vida em todos os seus aspectos.

“A todos os membros da Igreja, povo da vida e pela vida – conclamou o papa João Paulo II, em sua encíclica Evangelium Vitae dirijo o mais premente convite para que, juntos, possamos dar novos sinais de esperança a este nosso mundo, esforçando-nos por que cresçam a justiça e a solidariedade e se afirme uma nova cultura da vida humana, para a edificação de uma autêntica civilização da verdade e do amor”.

“Aos cristãos de todos os tempos, em especial nos dias de hoje, faz-se o apelo para que não haja desprezo, nem indiferença e nem omissão, diante das situações de fragilidade da vida humana. Pede-se uma tomada de posição por atitudes de valorização da vida e de respeito pela pessoa humana, de comprometimento efetivo – mesmo à custa de renúncias, sacrifícios e sofrimentos – para que a vida seja plena para todos.

A defesa da família e da vida humana trata-se, sim, de uma cruzada, para reforçar o empenho em testemunhar as novas e promissoras potencialidades desta época, rica de possibilidades, na promoção da cultura da vida, apesar das sombras que se avolumam. Sombras essas que podem se dissipar, para luzir a alegria de viver, que todos almejamos.” (Prof. Hermes Rodrigues Nery – Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté)

Em meio aos desafios existentes, somos chamadas a uma maior vigilância, e até mesmo ao heroísmo, para defender a vida humana daquilo que quer destruí-la, para promovê-la e torná-la digna de ser vivida.

É urgente a luta pró-vida! É uma luta permanente. A vida é um presente sagrado e sua defesa é essencial. É necessário que redes de solidariedade instaurem-se, organizem-se, unam-se, para deter o avanço dessa cultura antivida.

É preciso buscar idéias, trocar experiências, para iniciar um trabalho em conjunto pela defesa da vida e, conseqüentemente, da família.

O homem precisa redescobrir o valor e a beleza desse dom precioso, que é a vida humana. É parte de nossa missão de cristão mostrar que ela tem importância inalienável.

“A questão da defesa da vida não é questão de religião, mas de ética, dignidade, direitos humanos e civilização”. (Dom Odilo Pedro Scherer – Cardeal Arcebispo de São Paulo /SP)

NOSSO GESTO CONCRETO

Para enfrentarmos as situações difíceis e conturbadas de hoje, mais do que nunca, precisamos de pessoas comprometidas, que vivam a fidelidade aos Conselhos Evangélicos e sejam luzes a guiar outras pessoas, por seu ser e agir.

A União das Mães de Schoenstatt quer dar sua resposta frente a esse grande desafio do mundo atual. Para tanto, lançou uma oração em defesa da vida no formato de santinho da MTA, que é distribuído há mais de um ano em todos os lugares onde as mães atuam, conclamando a todos a abraçar a causa da defesa da vida. Em seu apostolado para defender a vida, lançam mão de diversos recursos: palestras, orações, missas, testemunhos de vida e outros.

SÚPLICA EM DEFESA DA VIDA

Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância”. (Jo  10, 10)

Pai, que nos deste a vida como dom de amor, faze-nos compreender que ela deve ser protegida em todas as etapas, desde a concepção – na chegada, até o instante final, na despedida.

Desperta, Pai, nos corações adormecidos, o impulso para o amor, pois só ele une e é força transformadora, capaz de restaurar e gerar o respeito pela vida.

Que o homem abra o seu coração para o encontro com Cristo, para aceitar a vida como presente divino e transformar sentimentos em gestos concretos de acolhida.

Maria, que sempre estiveste ao lado de teu Divino Filho, Jesus, ajuda-nos, como Mãe e Educadora, lembrando-nos sempre que a vida é um direito inalienável de toda criatura. Amém!

“Maria, a vós confiamos a causa da vida”. João Paulo II, Evangelium Vitae

Com aprovação eclesiástica.

A Igreja vai sempre se empenhar pela VIDA e pela FAMÍLIA, pois é na família que cresce o conceito de Deus e de Maria.

É a Família que vai dar esta vivência antecipada de céu.

(…) “Que em cada lar o pai e a mãe, intimamente robustecidos pela força do Espírito Santo, continuem unidos a ser a bênção de Deus na própria família, buscando a eternidade do seu amor nas fontes da graça confiadas à Igreja, que é «um povo unido pela unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo» ( Bento XVI) 25/09/2009.

ECOS DA ORAÇÃO “SÚPLICA EM DEFESA DA VIDA”

DEPOIMENTOS

1º Curso – Eliana Soncin Alfaro

Em Espírito Santo do Pinhal, distribuímos nas missas e em outros locais sempre que possível, mas a meu ver o que despertou maior alegria na distribuição foi colocarmos a oração junto com  os enxovais de recém-nascidos que são distribuídos pela Paróquia para gestantes carentes.

4º Curso: Marta Diná Fontaine Manso

No último encontro do quarto curso, dia 11 de dezembro de 2009, comentamos  sobre o que sentimos quando entregamos às pessoas a oração em defesa da vida.

Vários foram os comentários, como: “vou levar para minha filha”, ” vou dar à minha a minha neta”, “minha filha precisa”… Foi entregue  também a seminaristas que disseram que iriam levar para as pastorais onde atuam e alguns sacerdotes que diziam: “se tivesse para todos”.

Entre  os ambientes onde entregamos, e não somente apenas entregando, mas abrindo um  diálogo com as pessoas, o que podemos destacar foi em uma sala de aula de uma Universidade, onde há vários jovens na faixa etária  entre 20 e 30 anos, sendo a maioria  moças, algumas jovens senhoras e também senhoras. E, nesse mesmo ambiente, vários credos são professados. Quase a metade da turma é formada de evangélicos, outros católicos e alguns sem externar a religião que professam. E, para surpresa, houve demonstração de uma “adesão” praticamente total desse universo. Inclusive os evangélicos, mesmo com a imagem da Mãe, pediram mais e diziam que iriam passar para os grupos de jovens de suas igrejas e oferecer também ao pastor, etc.

Alguns professores também solicitaram mais. Inclusive um que durante as aulas seu “discurso”  é aparentemente de uma pessoa sem credo, ou ateu, mas o que ficou claro foi como ele recebeu a oração, leu e disse que levaria para sua casa, para sua esposa e ainda fez o seguinte comentário: “seria bom que fosse entregue a todos os alunos”.

Na nossa avaliação, percebemos o quanto essa  oração  precisa ser divulgada e quando entregarmos, procurarmos aprofundar com um diálogo, independente do credo de cada pessoa. Vamos abertas, com o coração e a cabeça, procurando a unidade na nossa Igreja, com as outras religiões e outras denominações de Igrejas. Esse gesto concreto da União das Mães resultou também na descoberta de que precisamos de mais Súplicas em Defesa da Vida. Essa necessidade das pessoas participarem mais ficou muito clara.

A UNIÃO CANTA PELA VIDA

A União das Mães de Schoenstatt trata com carinho a questão da DEFESA DA VIDA humana e de todas as formas possíveis procura defendê-la e promovê-la. E um desses meios efetivos é através da música.

Fatima Gabrielli

Meu apostolado tem sido através do canto. Tenho cantado a música  “A vida é um milagre” e falado sobre a importância da vida em todas as oportunidades em que me apresento.

Essa música foi composta para o I Congresso Internacional em Defesa da Vida que aconteceu em Aparecida no ano de 2008, com o intuito de motivar as pessoas a refletir no valor da vida.

Nossa vida é mistério, é um milagre e não sabemos a grandiosidade que envolve o simples existir. Nascemos, crescemos e valorizamos pouco a oportunidade única que Deus nos dá de conhecermos e amarmos a nós mesmos, as pessoas e a Ele – nosso Pai. Talvez por esse motivo a vida daqueles que ainda não nasceram seja desprezada, porque não valorizamos a nossa própria vida.

Assim compus essa canção com esse objetivo, mas pensando também na missão maravilhosa de Jesus. Ele disse: “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância”.

Quando canto, procuro falar um pouco sobre a importância de vida, mas especialmente sobre a importância de cada vida que ainda está por vir, de como é preciso “deixar vir as criancinhas”. Elas são um grande presente e muitos não tem a mínima noção de que a interrupção de uma vida é uma grande ofensa a Deus e a toda humanidade.  Sim, uma ofensa a todas as pessoas, pois a missão daqueles que não nascem não é cumprida, fica faltando aquele dom especial para tornar nossas vidas mais alegres e muito mais felizes.

Já cantei essa canção em muitos lugares, em festas de paróquia, bingos, encontros de coordenadores e missionários e sinto que é preciso cantá-la sempre mais. É minha maneira de assumir o desafio da defesa da vida.

No CD participam comigo meus três filhos, que são os presentes que Deus me deu: a Mariana, o André e a Natalia. Agradeço a Deus por ser mãe e passar essa mensagem de amor à vida.

A VIDA É UM MILAGRE

Fatima Gabrielli – 1º Curso   (CD “Celebrando a Vida”)

A vida vale mais que o ouro,

É um presente tão lindo meu irmão.

A gente é feliz e não sabe,

Nós temos um tesouro nas mãos.

A vida é um milagre, você tem que acreditar,

E ter muita fé em Deus e nunca desanimar.

A vida tem mistérios e só o Criador pode ver,

Ela é um sonho lindo, que temos que defender.

Viver é um dom sem limites,

É preciso entender esse valor.

Ninguém vem ao mundo para a morte,

Nós todos nascemos para o amor.

“Eu vim pra que todos tenham vida”

Foi essa a missão de Jesus,

Também essa luta seja nossa,

E levemos ao mundo essa luz.

E a natureza pede socorro,

Não podemos destruir a criação,

Sem ela a vida humana perece,

O futuro está em nossas mãos.

Maiores informações – www.fatimagabrielli.com.br

Maria Edna

Meu apostolado é feito em grande parte através da música. Como a questão em torno da defesa da vida requer a participação de todos os comprometidos em promovê-la, compus esta música: “Luz da Vida”. Cantei-a nos encontros da Liga das Mães e de Coordenadores e Missionários da Campanha da Mãe Peregrina. E a comoção foi geral. Apresento-a em todas as oportunidades que se me oferecem. É minha maneira de participar e lutar por essa grande causa.

Quanto à oração “Súplica em defesa da vida”, posso testemunhá-la em minha própria vida, pois nesse momento em que vivo, tem sido minha força.

LUZ DA VIDA

Maria Edna da S. Gonçalves – 3º Curso     (CD  “Fonte de Graças”)

Não apaguem a luz da vida, pois ela é graça e dom de Deus.

Ele quer que nos amemos como verdadeiros filhos seus.

Jesus veio ao mundo trazer paz, mas quis vir como uma criança.

Maria desafios enfrentou, com amor deu a luz ao salvador.

Hoje vemos tanta violência.

Os homens não respeitam as leis divinas.

Mesmo assim o Senhor nos tem amado,

no céu nosso nome está gravado.

Mãe Três Vezes Admirável, que sempre nos protege com teu manto, olha para o nosso país!

Ó Mãe, clamamos por ti!

É preciso unir forças e lutar…

Como Maria dizer um sim à vida, para um mundo novo construir!

Não, não podemos nos omitir!

Contato: contato.mariaedna@gmal.com

http://www.maypacemariaedna/musica

Candida Papini – 3º Curso

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Responses

  1. Foi muito gratificante e proveitoso ter participado do Congresso em Defesa da Vida,em Aparecida.Hoje nas oficinas para a A.A., para novas missionárias ou em nossas casas ou entre amigos, podemos citar os exemplos e testemunhos de pessoas que enfrentaram estes problemas.
    Todo cristão batizado deve defender esta causa com amor e fé fundamentados no evangelho “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em plenitude.”, independente de todas as forças contrárias que enfrentamos nos tempos atuais.


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