Publicado por: União das Mães | 08/25/2011

UMA VIDA DE SANTIDADE

BEATO JOÃO PAULO II

 “Totus tuus ego sum, et omnia mea tua sunt. 

“Sou todo teu, minha querida Senhora”.

SUA HISTÓRIA

Karol Wojtyla  com os pais Emilia e Karol

A FAMÍLIA : Karol Josef Wojtyla nasceu em Wadowice, sul da Polônia. Aos 9 anos de idade recebeu um duro golpe: o falecimento de sua mãe ao dar a luz a uma menina que morreu antes de nascer. Teve uma infância difícil. Em Wadowice – sua terra natal – fez seus primeiros estudos e concluiu o curso ginasial. Destacou-se como estudante e também nos esportes.  Praticou durante muito tempo montanhismo, remo e esqui, seu esporte favorito.

A JUVENTUDE : Ainda muito jovem, Karol Wojtyla identificou-se com a literatura: queria ser poeta e dramaturgo. Na Universidade de Cracóvia, iniciou o curso de Língua Polonesa e Literatura, interrompido no primeiro ano, em virtude da II Grande Guerra, quando do fechamento da universidade pela forças alemãs, logo após a ocupação da Polônia. Pouco antes de decidir seu ingresso ao seminário, o jovem Karol teve que trabalhar arduamente como operário em uma pedreira. Atleta, ator, tradutor, músico, dramaturgo e filósofo na juventude.

A VOCAÇÃO SACERDOTAL:  Karol Wojtyla, ao perder seu pai, resolveu ser padre. Assim, em 1942, aos 22 anos de idade, ingressou no Departamento Teológico da Universidade Jaqielloniana. Fugindo das perseguições nazistas, até o final da segunda guerra mundial viveu escondido, junto com outros seminaristas, que foram acolhidos pelo Cardeal de Cracóvia. Por fim, concluindo seus estudos eclesiásticos, ordenou-se sacerdote no dia 1º de novembro de 1946. Dias depois, celebrou sua primeira Missa na Cripta de São Leonardo, na Catedral de Wavel.

A ELEIÇÃO PARA O TRONO DE PEDRO

Na tarde do dia 16 de outubro de 1978I, o Cardeal Karol Josef Wojtyla foi eleito líder supremo da Igreja Católica. Em 22 de outubro de 1978 foi sagrado como Sumo Pontífice. Eleito, adotou o nome de João Paulo II em homenagem ao seu antecessor. Com apenas 58 anos de idade, tornou-se o papa mais jovem desde Gregório XVI.

Passou para a história como um grande comunicador. Sabia utilizar os meios de comunicação.

Seu porta-voz Joaquim Navarro-Valls, diretor da Assessoria de Imprensa disse a respeito:

“Essa comunicação com as massas, ele fazia de um jeito que não era uma conversa com a massa, mas uma conversa com cada uma das pessoas que formavam o conjunto de uma comunidade. E era isso o que atraía, o que fascinava. Ele era uma figura que falava para toda uma época, para toda uma geração do mundo, e dizia coisas que eram justamente aquelas verdades  que as pessoas, no fundo, esperam de um papa”.

Erudito, poliglota e esportista, João Paulo II exerceu seu pontificado com um estilo dinâmico, marcado por constantes viagens. Ao longo dos 26 anos em que ocupou o trono de Pedro, visitou centenas de países, levando a palavra de Deus às diferentes nações do mundo.

Embora fosse o mais novo desde Pio IX,  tornou-se o Papa cuja ação foi mais decisiva no século XX: em suas viagens reunia sempre multidões; participou de eventos ecumênicos; escreveu 14 encíclicas.

O PAPA JOÃO PAULO II NO BRASIL


Sempre houve um carinho muito especial entre o povo brasileiro e João Paulo II. Por três vezes, ele visitou o Brasil. Em sua primeira visita, desembarcou em Brasília, ao meio-dia do dia 30 de junho de 1980. Onze anos mais tarde, entre 12 e 21 de outubro de 1991, esteve pela segunda vez no Brasil. Sua última visita ao Brasil ocorreu entre os dias 2 e 6 de outubro de 1997 e foi a mais curta de todas. Mas encantou multidões de fiéis. No Rio de Janeiro, participou do Encontro Mundial da Família, realizado no Maracanã.

A DEVOÇÃO A MARIA

Três anos após ter sido eleito Papa, João Paulo II é vítima de grave atentado na Praça de São Pedro. Era o dia dia 13 de maio de 1981. Nesta data, em 1917, Nossa Senhora de Fátima teria feito a sua primeira aparição aos três pastorinhos. O Pontífice sempre afirmou que a Virgem Maria teria “desviado as balas” e salvo a sua vida nesse dia.

Totus tuus e go sum et omnia mea tua sunt. Accipio te in mea omnia. Praebe mihi cor tuum, Maria”.

João Paulo II e a MTA

Esse lema, inspirado em São Luís Maria Grignion de Monfort foi o fio condutor de toda a vida do Servo de Deus João Paulo II: “Sou todo vosso e tudo o que possuo é vosso. Recebo-Vos em tudo quanto me diz respeito. Dai-me vosso coração, ó Maria”.

“O santo francês e o seu grande discípulo polaco são dois exemplos luminosos da mesma santidade sacerdotal, de uma vida totalmente vivida no amor de Jesus e dos irmãos sob a guia materna de Maria. Totus tuus! Duas palavras que são uma oração dirigida a Jesus por meio de Maria e do seu Coração Imaculado.

(…) Na vida de Karol Wojtyła, este Totus tuus tornou-se como que o respiro da sua alma, o palpitar do seu coração (…). Maria é um dom que o discípulo recebe continuamente do próprio Jesus, e que acolhe na doação de si expressa pelas palavras Totus tuus ego sum (“Sou todo teu”).

Mas este dom de Maria vem sempre de Jesus e conduz sempre a Jesus. E o sentido do pedido Praebe mihi cor tuum, Maria (“concede-me o teu coração, ó Maria”): Não se trata principalmente de amar Maria, mas antes de amar Jesus com o coração de Maria. A verdadeira devoção a Maria é cristocêntrica. O discípulo que recebe do próprio Jesus o dom de Maria mediante a doação total de si mesmo, entra por meio dela no mistério da Aliança, na profundidade do intercâmbio admirável entre Deus e o homem em Cristo Jesus (….). A santidade à qual todos são chamados mais não é do que a perfeição da caridade. Nesta vida sobre a terra, a humildade é a maior característica da caridade.

Em todas as dificuldades da vida sacerdotal, Maria é e será sempre a âncora da esperança, uma esperança certa para o futuro da Igreja e para a salvação do mundo. FRANÇOIS-MARIE LÉTHEL

João Paulo II no Santuário de Schoenstatt de Roma – Santuário Cor Ecclesiae

No Santuário de Schoenstatt expressa sua profunda devoção mariana diante da Mãe Três Vezes Admirável. É um testemunho de profundo amor à querida Mãe de Deus.

 Inaugurando o Santuário da Polônia situado no Monte Chełmska, Koszalin

É o primeiro Santuário de Schoenstatt no mundo inaugurado pelo Santo Padre. O Papa João Paulo II procedeu à sua bênção no dia 1 de Junho de 1991.

A BEATIFICAÇÃO DO PAPA JOÃO PAULO II

Aconteceu no dia 1º de maio de 2011, em Roma – Itália. A cerimônia de beatificação foi presidida pelo Papa Bento XVI, diante de cerca de um milhão de pessoas de todo o mundo.

Papa João Paulo II faleceu em 2005. O que justificou a rapidez de sua beatificação foi a grande reputação de santidade da qual gozava durante sua vida, em sua morte e depois de sua morte.

No dia 13 de Maio de 2005, apenas quarenta e dois dias após a morte, o Papa Bento XVI anunciou o início imediato do processo de canonização de Karol Wojtyla, dispensando o prazo canônico de cinco anos para a promoção da causa. Ainda em dezembro de 2009, o atual Papa assinou o decreto que reconhece as “virtudes heroicas” de Karol Wojtyla, primeiro passo para a beatificação.

Em sua homília, Bento XVI também explicou que decidiu acelerar o processo de beatificação por conta da grande veneração popular por João Paulo II. “Passaram-se seis anos desde o dia em que nos encontrávamos nesta praça para celebrar o funeral do papa João Paulo II. Já naquele dia sentíamos pairar o perfume de sua santidade, tendo o povo de Deus manifestado de muitas maneiras a sua veneração por ele. Hoje nos nossos olhos brilha, na plena luz de Cristo ressuscitado, a amada e venerada figura de João Paulo II. Seu nome junta-se à série de santos e beatos que ele mesmo proclamou durante os quase 27 anos de pontificado.”

Foi proclamado beato às 10h38 (5h38 em Brasília), enquanto os presentes na Praça de São Pedro e nas ruas e praças adjacentes romperam em aplausos ao som de uma música sacra.  A beatificação o deixa a um passo da santidade. “Existe a possibilidade de que sua canonização seja realizada em breve”, reconheceu o cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, que contou que chegaram “de todas as partes do mundo” registros de novos milagres atribuídos a João Paulo II.

“Garanto a você que era um santo vivo, por tudo o que podia ver com meus olhos, escutar com meus ouvidos, era incrível tudo o que esse homem podia fazer”, disse Mari, de 71 anos de idade e que desde os 16 se dedicou a registrar a vida de cinco pontífices (…)

DEPOIMENTOS

Santo Súbito!

Ainda hoje temos em mente o dia 2 de abril de 2005 em que João Paulo II foi ao encontro do Pai.  Ainda nos lembramos da comoção mundial que tomou conta da Praça São Pedro, no dia do seu enterro e dos brados que se ouvia, vindo do coração do povo: “Santo súbito”, que vem a ser: “Santo, já.”

Diante de tal apelo, Bento XVI não ficou alheio. E no dia 28 de abril de 2005, saiu ao encontro do anseio popular concedendo a dispensa do período de espera. A causa foi aberta oficialmente no dia 29 de junho de 2005 no mesmo ano de sua morte.  Bento XVI foi um instrumento fundamental para que chegasse a esse alegre final. O Pontífice recomendou nas suas intenções de oração, a rápida conclusão da causa da beatificação de João Paulo II.

Trazia em seu coração a importância da evangelização e a missão da Igreja, na Europa e em outros continentes, mas principalmente do ateísmo totalitário na Polônia e nos outros países soviéticos.

Sabia que estávamos vivendo um momento muito complexo e que o sucessor de Pedro tem o dever de confirmar na fé, mas tinha clareza de que o mais importante era confiar em Deus.

Em 5 de março de 1982, escreveu: “ O atentado à minha vida, de algum modo confirmou com  exatidão as palavras escritas em 1980. Sinto profundamente que me encontro inteiramente nas mãos de Deus e pelo resto, à disposição do meu Senhor, entregando-me a Ele na sua Mãe Imaculada (Totus Tuus)”.

Numerosos foram os casos de cura para sua beatificação, porém o da Irmã Marie Simon Pierre, religiosa francesa, curada de mal de Parkinson foi escolhido por se tratar da doença que atingiu o Papa. Outro fato importante é que, ao ser curada, a freira voltou a dedicar a sua vida à seção de maternidade, continuando assim a “batalha pela dignidade da vida”, a mesma batalha a que o Papa se consagrou sem reservas durante toda sua vida.

                                                                             Maria Augusta Bruschini

Nosso amor e gratidão ao Peregrino da Paz

Karol Josef Wojtyla, ao ser escolhido Papa e sucessor de João Paulo I, despertou no coração do mundo, por sua vida e personalidade, a certeza de que o mundo, com o seu pontificado não seria o mesmo. Personalidade forte, inteligência prodigiosa, disciplina férrea, determinação, audácia, enfim a pessoa dotada de todos os atributos necessários para desempenhar a missão que lhe fora confiada pelo Pai, para um tempo atribulado.

Seu pontificado mudou o tempo, o rumo da História. Foi ele o grande líder do século XX. Combateu o nazismo em sua Polônia querida. Foi o artífice da derrocada do comunismo no mundo.

Após sua eleição, em 16 de outubro de 1978, Karol Josef Wojtyla exclamou:

– “(…) não tenham medo de acolher Cristo e de aceitar o seu poder. Ajudem o Papa e todos aqueles que desejam servir a Cristo e com o poder de Cristo, servir ao homem e a toda a espécie humana.”

Filho predileto de Maria Santíssima propagou a devoção à Mãe de Jesus, ensinando que o amor e a devoção à Maria estão profundamente, ou melhor, estão diretamente ligados à pessoa de Jesus e sua causa porque “Não há amor a Maria, sem o amor de Jesus”.

Nosso amor e gratidão ao Peregrino da Paz, ao Papa da Esperança, ao ardoroso Evangelizador e autêntico Servidor de Cristo.

Maria Aparecida Perez Rizzo

Conclamou a juventude

O Papa João Paulo II, agora Beato, quando fez a entrega da Cruz do Ano Santo aos jovens como missão, disse:

“Queridos jovens, Cristo os chama, Cristo os convoca, Cristo quer andar com vocês para animar com seu espírito os passos do Brasil rumo ao 3º milênio. O Papa tem a certeza de que no fundo da alma vocês darão uma resposta generosa e grande a esta convocação. Eis-me aqui, por que me chamastes?” 

Essas palavras dirigidas aos jovens, também servem para nós unionistas, que somos impulsionadas pelo amor de Cristo.

Karol Josef Wojtyla, ao dizer ‘Sim’ quando eleito Papa, aceitou ser instrumento do Bom Deus, anunciando ao mundo o verdadeiro Cristo: Caminho, Verdade e Vida. O seu carisma, fruto do amor a Cristo, ficou registrado em todos seus escritos, encíclicas, cartas apostólicas, entre outros. Ensinamentos importantes que conduzem à santidade.

 Honrou o nome dos Apóstolos João e Paulo, ao doar sua vida pela missão de evangelizar a todos os povos, independente da religião, obtendo reconhecimento.

 Viva João de Deus!  E que um dia possa ser Santo João Paulo II.                                                                                                                                                                                     Ana Priscila R. de Oliveira

João Paulo II – um grande amigo

Hoje quero partilhar com alegria e gratidão o que significou e significa para minha vida ter conhecido João Paulo II.

Nos anos 70 eu era uma jovem participante da Igreja, integrante de um grupo de jovens, que trazia muitos anseios e esperanças, como é peculiar na juventude. Sabia desde a infância que tínhamos um Papa que dirigia a Igreja. Eu o escutava e o via pela televisão na abertura da Quaresma. Ouvia seu pronunciamento, geralmente em italiano, e que muito me alegrava quando ao final ele dava a bênção em diversos idiomas, inclusive em português. Isso me tocava muito, pois me passava a mensagem de que o Papa sabia que nós existíamos.

Quando soube da notícia que no ano de 1980, o Papa João Paulo II visitaria o Brasil, quanto júbilo! E pensava: até agora o Papa sabia que nós existíamos, mas agora este Papa vem para nos conhecer!  E, posso dizer que assim foi que meu amor a Cristo, a Maria, à Igreja cresceu e amadureceu.

(…) acompanhei-o em toda a sua caminhada, seus escritos, suas lutas, sofrimentos, alegrias e conquistas. E digo que Deus conduziu uma reciprocidade muito grande nesta amizade, pois a sua vida e, sobretudo os seus escritos acompanharam muito de perto a minha vida. Suas Encíclicas vinham em momentos preciosos, saboreei cada palavra de seus discursos e homilias. Quando descobri minha vocação para União das Mães, pude me dedicar a estudar e saborear a “Carta às Mulheres” que foi para mim uma grande confirmação. Acompanhei-o na preparação para entrada do novo milênio.

No ano de 2005 a chama da vida de João Paulo II se apagou na terra para brilhar eternamente no céu. Neste mesmo ano minha filha caçula visitou a Bienal do Livro e me trouxe de presente o livro “Mensagens de Sabedoria e Paz” de João Paulo II. Acredito que também meus filhos aprenderam a admirar João Paulo II.

Ele afirma que nosso amor pessoal por Jesus no Santíssimo Sacramento deve ir junto com nosso amor comunitário por Jesus na Santa Missa, para que nosso amor possa ser completo.

Continua dizendo que “o empenho essencial é o perseverar e avançar constantemente na vida eucarística, na piedade eucarística; o desenvolvimento espiritual no clima da Eucaristia. Assim como não se pode estar exposto ao sol sem receber seus raios, também não podemos estar na presença de Jesus no Santíssimo Sacramento sem receber seus raios divinos e crescer espiritualmente à luz de seu amor. Uma Hora Santa é recostar-se sobre o coração de Jesus. É uma lição do Mestre que nos diz a cada um: – sois “aquele a quem Jesus ama”.

É por esta razão que cada adorador do Santíssimo Sacramento deveria dizer com entusiasmo: “Eu tenho uma relação pessoal com Jesus, meu Salvador”. Pois o Santíssimo Sacramento é Jesus em pessoa.

João Paulo II fazia duas Horas Santas diárias, e segundo um cardeal muito próximo dele, fazia pelo menos 20 visitas ao Santíssimo Sacramento a cada dia.  (Livro “O poder da Eucaristia” de Monsenhor Ramirez)

Hoje ainda alimento o amor por aquele grande amigo da juventude, uma amizade que perpassou décadas e me emocionou quando descobri e confirmei também na minha vida de mulher, esposa e Mãe Consagrada, de onde aquele meu amigo Papa encontrava a força que moveu toda a sua história de vida: seu intimo amor a Jesus na Sagrada Eucaristia e à oração que se traduzia em amor ao próximo.

A vida de João Paulo II foi tão expressiva do amor a Deus e a Maria, que Deus quis ainda perpetuá-la para todos os tempos com sua beatificação.

Eliana Soncin Alfaro

Oração pedindo a intercessão de João Paulo II

Ó Trindade Santa, nós vos agradecemos por ter dado à Igreja o Papa João Paulo II e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor. Confiado totalmente na vossa infinita misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna convosco.

Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que imploramos, na esperança de que ele seja logo inscrito no número dos vossos santos. Amém.

 

Anúncios

Responses

  1. LINDO DEMAIS TODO O TEXTO SOBRE A VIDA DE JOÃO PAULO II E AS FOTOS MARAVILHOSAS!!!

    PEÇAMOS SIM A INTERCESSÃO DESSE SANTO DO NOSSO TEMPO. UMA VIDA DEDICADA À IGREJA. VIDA DE DOAÇÃO, ORAÇÃO E HUMILDADE.
    QUE A SEU EXEMPLO POSSAMOS TB NÓS TRILHARMOS O CAMINHO DE SANTIDADE EM NOSSO DIA-A-DIA.

    ABÇS

  2. Com muita alegria e orgulho institui meu santuário-lar em 02 /07/2005 com o nome de “TOTUS TUUS MARIA”, me espelhando na santidade e no amor do Santo Papa à Mãe de Deus.
    O saudoso Papa João Paulo II foi exemplo do puro amor, da alegria na fé e da paz do perdão.
    Deixou-nos estes ensinamentos como prova de sua santidade em vida. Hoje, beato, mostra-nos que vale a pena viver a santidade do dia a dia para gozar eternamente do Reino de Deus.
    Obrigada João Paulo II!

    Bertha Vieira Freire

  3. Relembrar João Paulo II é um refrigério para a alma!
    Sua vida, sua história, seu sim fiel até o fim, juntamente com sua singeleza e firmeza, sua alegria e compaixão, partilhados com todos os povos e nações, sem distinção, são para nós, alento e ânimo em nossa caminhada, em nossa aspiração à santidade.
    A União das Mães de Schoenstatt, com esse texto belíssimo, demonstra sensibilidade e gratidão, indica caminhos, e partilha vivências que vem do coração de quem ama e deseja ser também luz no meio do mundo.
    Obrigada Mães da União, por mais esse testemunho de fé e fidelidade.


Categorias

%d blogueiros gostam disto: