Publicado por: União das Mães | 10/28/2015

MISSÕES

MISSÕES

Outubro está se despedindo… É um mês rico em comemorações. Além de grandes santos, a Igreja dedica o mês de outubro para as Missões.

MÊS DAS MISSÕESEle está caracterizado na Igreja, entre outras razões, pelo impulso renovado à atividade missionária, que começa com a memória litúrgica de Santa Teresinha do Menino Jesus, que é a Padroeira das Missões. Na ação missionária o padroeiro é São Francisco Xavier, apóstolo dos países da Ásia Sul – Oriental.

Outubro é considerado no seio da Igreja como o mês das missões, para lembrar-nos da importância de nos tornar missionários, levando a Palavra de Deus a todos que, de uma maneira ou de outra, não a conhecem.

(…) Um dos elementos mais importantes do cristianismo é a vida comunitária. Para quem é cristão, não existe lugar para o individualismo. Jesus nos mostra isso quando não realiza sozinho a sua missão, mas chama os apóstolos para participarem ativamente da sua missão. Eduardo Rocha Quintella

MISSÃO É  SERVIR.

Esse foi o tema da Campanha Missionária 2015 que destaca a essência da mensagem de Jesus. Ele veio “para servir” (cf. Mc 10,45). Diante da tentação do poder Jesus dá uma grande lição: “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos” (Mc 10,44). Essa sabedoria foi o lema da Campanha e nos lembra que, diante da tentação do poder e do prestígio, a Missão do cristão é serviço, entrega e doação.

Vivenciamos hoje uma Igreja em saída, com as portas abertas para servir em diferentes realidades e contextos de missão em todo mundo.

PAPA E MISSÃOPapa Francisco nos deixa uma mensagem: “Queridos irmãos e irmãs, neste Dia Mundial das Missões, dirijo o meu pensamento a todas as Igrejas locais: Não nos deixemos roubar a alegria da evangelização! Convido-vos a mergulhar na alegria do Evangelho e a alimentar um amor capaz de iluminar a vossa vocação e missão”.

Ele descreveu o sentido desta comemoração anual (…) “Hoje em dia há muita gente que não conhece a Jesus Cristo”, advertiu o Santo Padre. “Por isso é tão urgente a missão ad gentes, na qual todos os membros da Igreja estão chamados a participar, já que a Igreja é missionária por natureza: a Igreja nasceu ‘em saída’”.

Por isto, explicou, a Igreja nos cinco continentes se une “com orações e gestos concretos de solidariedade para ajudar as Igrejas jovens nos territórios de missão. Trata-se de uma celebração de graça e de alegria”.

A Igreja nos lembra que nossa Missão é Evangelizar. Todo católico, todo batizado traz em si um chamado, uma vocação! E todos nós somos chamados a anunciar o Evangelho a todos os que o Senhor colocar na nossa vida.

MUNDO

SCHOENSTATT É MISSÃO… 

                            TUA ALIANÇA, NOSSA MISSÃO!

Como a geração fundadora de Schoenstatt viveu, queremos viver: na Luz Divina, na Confiança Divina, na Força Divina e na Vitoriosidade Divina.

Qual a missão de Schoenstatt? Qual é nossa missão?

Uma frase do Pai e Fundador do Movimento de Schoenstatt, Padre José Kentenich: “Cremos que temos a bênção do Todo Poderoso para a construção do futuro… Nós, como geração intermediária, temos a tarefa de receber o espírito das gerações passadas e transmiti-lo às gerações futuras… Colaboramos na construção desse grande futuro! Esperamos um tempo em que o Deus Trino abençoará mais do que até agora essa nossa obra”.

A construção do futuro é nossa missão: Nossa tarefa é “receber o espírito das gerações passadas” para “transmiti-lo às gerações futuras” e, assim, “colaborar na construção desse grande futuro”.

Tua Aliança! Impregnar o mundo todo com a Cultura da Aliança de Amor. Levar as pessoas que nos rodeiam a viver no espírito da Aliança de Amor.

Na força da Aliança, ide e incendiai o mundo! “Incendiar o mundo” – O fogo tem dois aspectos: destrói o mundo velho e incendeia o mundo novo, fazendo surgir a face de Cristo em nós, já que foi Ele o responsável por acender, com seu amor, essa chama. No santo Evangelho escutamos Jesus falando: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra: e como gostaria que já estivesse aceso!” (Lc 12,49)

Missão vem de “missio”, envio. Somos enviados a incendiar o mundo: “Ide!” Nossa missão é levar ao mundo o fogo da missão na força da Aliança.

FOGO

A Aliança de Amor selada com a Mãe e Rainha, Três Vezes Admirável de Schoenstatt se corporifica em ações, se expande e se transforma em  Cultura da Aliança,  que não é só o ato concreto da Aliança de Amor com a Mãe Três Vezes Admirável. É algo mais amplo, que nasce desse ato, mas o supera… É a CULTURA DA ALIANÇA que contagia um ambiente, que impõe um estilo de vida, que faz predominar uma cultura que quer inflamar o mundo inteiro.

Assim, o fogo vai purificar e transformar, e seremos como o fogo de um vulcão, que muda a paisagem, que transforma a geografia. Um fogo que marca, que muda o rumo da história. Ou ainda, como a vela que se transforma, se consome, muda…

A vida de Aliança em Schoenstatt (aquela que nasceu com o batismo e se aprofundou um dia no Santuário, por meio da Aliança com Maria) ajuda a construir uma cultura que muda o mundo, que transforma o rumo da história.

Como Jesus veio trazer fogo, Schoenstatt também veio trazer o fogo que acende os corações e estimula-os pela busca e conquista da autoeducação, para “ incendiar com amor o mundo novo”.

Pe K e o SantuárioA espiritualidade schoenstattiana, cujo núcleo é a Aliança de Amor com a Mãe Rainha de Schoenstatt, não quer ser apenas um conjunto de práticas religiosas, mas um acontecimento de amor que nos ajuda a transformar o mundo.

Schoenstatt não é uma filosofia de vida ou apenas um sistema pedagógico novo. Antes de tudo é um lugar de graças, um Santuário que surgiu a partir, justamente da Aliança de Amor selada pelo Fundador e um grupo de jovens no dia 18 de outubro de 1914, com uma missão carismática.

Esta missão é “nossa”, ou seja, não a assumimos sozinhos, mas como Família. A Aliança de Amor nos une a uma Família, forma família. Quando selamos a Aliança de Amor com a Mãe Rainha, ao mesmo tempo selamos aliança com a Família de Schoenstatt. Os membros do Movimento tornam-se nossos irmãos na Aliança. E essa Aliança se projeta numa missão e em ações concretas; vai criando em nós consciência de missão, faz crescer em nós a certeza de sermos construtores de um mundo novo, do “Homem Novo” e da “Comunidade nova” como instrumentos da Mãe Três Vezes Admirável.

Para o Papa Francisco a missão da Igreja passa também por Maria. Não foi à toa que ele começou sua visita ao Brasil por Aparecida. Ele quis chamar a atenção sobre Nossa Senhora e sobre o Documento de Aparecida: O Documento de Aparecida nasceu justamente deste encontro entre os trabalhos dos Pastores e a fé simples dos romeiros, sob a proteção maternal de Maria. A Igreja, quando busca Cristo, bate sempre à casa da Mãe e pede: “Mostrai-nos Jesus”. É de Maria que se aprende o verdadeiro discipulado. E, por isso, a Igreja sai em missão sempre na esteira de Maria. Assim, de cara à Jornada Mundial da Juventude, que me trouxe até o Brasil, também eu venho hoje bater à porta da casa de Maria, que amou e educou Jesus, para que ajude a todos nós, os Pastores do Povo de Deus, aos pais e aos educadores, a transmitir aos nossos jovens os valores que farão deles construtores de um País e de um mundo mais justo, solidário e fraterno. Para tal, gostaria de chamar à atenção para três simples posturas, três simples posturas: Conservar a esperança; deixar-se surpreender por Deus; viver na alegria. (Papa Francisco, Aparecida, 24.7.2013)

MTA E A ROSA

A Família de Schoenstatt do mundo inteiro se une ao Papa Francisco para anunciar, com e como Maria, a Boa Nova de seu filho Jesus. Schoenstatt propõe a todas as pessoas a Aliança de Amor como caminho e esperança, construindo, assim, uma abrangente Cultura da Aliança, de onde se erguerá o novo homem na nova comunidade.

A União Apostólica de Mães de Schoenstatt – uma comunidade de mães que se coloca a serviço da família e da Igreja,  procura viver em plenitude a Aliança de Amor. Essa aliança nasce do ideal do “ser” mariano, ou seja, ser empolgado pela missão de anunciar à Igreja e ao mundo o mistério de Maria.

“Podemos, pois, afirmar que a base de nosso ser mariano é o mesmo amor que sustenta a existência e a missão de Maria Santíssima. O mesmo amor que criou Maria Santíssima e lhe entregou a missão de ser permanente colaboradora de Cristo em toda a obra da Redenção, também nos criou e também nos deu uma missão. Somos marianos, então, para sermos recriados no amor, redimidos no amor e enviados no amor”.  Pe. Matheus

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