Publicado por: União das Mães | 03/14/2013

MARIA, RAINHA E MISSIONÁRIA DA FÉ

MARIA, RAINHA E MISSIONÁRIA DA FÉ

MÃE RAINHAA Divina Providência conduziu que o ano de 2013 fosse o Ano da Corrente Missionária, em Schoenstatt, como também o Ano da Fé, na Igreja universal, proclamado pelo Papa Emérito Bento XVI. Essa coincidência providencial pode ser sentida “como um forte impulso para um compromisso renovado com a Nova Evangelização, a partir da experiência de Fé em Schoenstatt” (Padre José Maria García, responsável pela preparação do Jubileu de Schoenstatt).

Padre Kentenich, em novembro de 1912, já dizia aos seminaristas: “A área de trabalho que mais define um apóstolo é a da fé. Assim, também aqui Maria deve ter sido extraordinariamente ativa”. 

Isso se comprova desde a Anunciação, quando num ato de fé de Maria, Deus se encarna em seu ventre materno e o impulso missionário a leva até Isabel.

MARIA, A PORTA DA FÉ

MARIA Porta da féMaria, como nos prega a Igreja, é a Porta da Fé. Ela não somente anuncia as grandes coisas que Deus realiza, mas leva em si mesma o Deus vivo, como a maior prova de seu amor para conosco. Nela as verdades do evangelho passam a ser vida, o evangelho se encarna.

Ela é “a porta da fé que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar esta porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira.” (Papa Emérito Bento XVI – Carta Apostólica Porta Fidei, 1, com a qual se proclama o Ano da Fé)

Conforme o Documento de Aparecida, “Ela (Maria) é a presença materna indispensável e decisiva na gestação de um povo de filhos e irmãos, de discípulos missionários de seu Filho”. (524)Maria é a grande missionária, continuadora da missão de seu Filho e formadora de missionários”. (269)

Ela gera Cristo nas almas e educa os filhos na fé. É a grande Mãe e educadora da humanidade.

MARIA É A RAINHA DA FÉ 

A Mãe de Deus foi a grande formadora da fé forte e viva do Padre José Kentenich, nosso Fundador. Ela o preparou para o 18 de outubro de 1914. A partir de Schoesntatt, Ela quis presentear Cristo de novo ao mundo. Nosso Pai e Fundador creu inabalavelmente na missão da Mãe e Rainha em seu Santuário: “a partir daqui – do Santuário – a Mãe de Deus quer atrair a si inúmeros corações e dispô-los para Cristo.” Aqui, ela quer formar santos, que gravam a face de Cristo no tempo de hoje, na força da Aliança de Amor! (http://www.maeperegrina.org.br – 18.01.2013)

A CRUZ DA UNIDADE MISSIONÁRIA E A MÃE PEREGRINA MISSIONÁRIA

CRUZ DA UNIDADESegundo o Padre José Maria Garcia, temos dois símbolos que expressam o significado da celebração do Ano da Fé e da Corrente Missionária: a Cruz da Unidade Missionária e a Mãe Peregrina Missionária. “Ambos os símbolos nascem da fé vivida em Schoenstatt e simbolizam uma fé enraizada em Cristo, uma fé que impulsiona a levar, como os apóstolos e como os primeiros missionários, …” a esperança e a caridade contidas no Evangelho.

Logo, a Cruz da Unidade Missionária e a Imagem da MTA nos lembram o grande compromisso de Schoenstatt em colocar, com atitude missionária, a realidade do Santuário como lugar de encontro com Deus e lugar da Nova Evangelização, ou seja, a Aliança de Amor ao serviço da Igreja.

 O Arcebispo Dom Robert Zollistsch, Presidente da Conferência dos Bispos na Alemanha e membro do Instituto dos Padres Diocesanos de Schoenstatt, definiu, assim, a tarefa de nova evangelização: “ajudar as pessoas a liberar as veias de água da fé. Ser companheiros de caminho, ajudando-os a descobrir Deus na vida do dia-a-dia. O que interessa acima de tudo nesta procura comum é permitir às pessoas experimentar no seu caminho que Deus as ama incondicionalmente, cada um individualmente, de forma desinteressada.”. (A Secularidade como desafio e oportunidade para a nova evangelizaçãoSínodo dos Bispos, em outubro de 2012)

SANTUÁRIO FloresSabemos, movidos pela fé, que, em toda a rede de Santuários, há grande tarefa a cumprir; há um mundo por conquistar e por reconquistar por Cristo, na força missionária da Aliança de Amor.

Como Família, nós schoenstattianos, sabemos que o maior ato de fé que podemos manifestar é a nossa contínua contribuição ao Capital de Graças, o nosso confiar na presença da Mãe de Deus no Santuário e a nossa ajuda para que muitos possam se encontrar com Ela, a fim de serem educados na fé.

Inseridos na realidade do Santuário de Schoenstatt em suas diferentes formas, deixemos as palavras do Papa Emérito Bento XVI nos guiar: “Peçamos ao Espírito Santo que a força do Evangelho penetre nas famílias, nos ambientes de trabalho, no mundo da cultura, na política, na vida social “(…) para que, em Aliança e também com toda a força da Igreja apostólica, “fiéis às promessas do Batismo e do poder do Espírito Santo, (levemos) para todos os lugares a Boa Nova do Evangelho, com uma fé ativa, uma esperança firme e ardente.” (Discurso do Papa Emérito Bento XVI, em 16.10.2012)

Que nesta Quaresma, deixemos nos guiar, a exemplo de Maria, nossa Rainha e Missionária, pelo caminho da oração, da caridade, do recolhimento e do silencio, a fim de conquistarmos a fé que nos sustenta e nos envia em missão.

Maura Regina Santana de Jesus

VIVENDO O ANO DA FÉ

PRECECada um de nós deve ver no Ano da Fé uma oportunidade de renovação e de confirmação para uma melhora pessoal, tentando suscitar o valor da oração na nossa vida.

Façamos, neste tempo, a nossa Profissão de Fé (Credo).

A Profissão de Fé nasceu na Igreja como recapitulação válida da mensagem transmitida pelos apóstolos. Todos aqueles que, por ocasião do Batismo, são interrogados sobre a sua própria fé, confessam a sua atribuição a Deus Pai, a Jesus Cristo, seu Filho, e ao Espírito Santo, com as mesmas palavras.

A Profissão de Fé de todos os cristãos começa pela palavra “Eu”, porque no seio da comunidade, cada pessoa tem a sua própria história com Deus. Ninguém pode dizer sim pelo outro.

Neste tempo em que vivemos, com tantas urgências e apelos, renovemos o compromisso de nossa fé diariamente e o depositemos no Capital de Graças, para que esta graça chegue em cada coração de nosso BRASIL TABOR e, a partir daí, atinja o mundo.

                                                                                  Abadia da Silva

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